11.ª Edição das 24 Horas para o Senhor

29 Fev 2024 | Coimbra Urbana

De 8 para 9 de março, com o tema: “Caminhar numa vida nova”

As Unidades Pastorais do Arciprestado de Coimbra Urbana associam-se a esta iniciativa do Santo Padre e promovem estas “24 horas para o Senhor” de 8 para 9 de março. Um guião preparado pelo Dicastério para a Evangelização será o subsídio de base para a dinamização desta corrente de oração.

«Caminhar numa vida nova» (Rom 6,4) é o lema escolhido pelo Papa Francisco para a celebração das 24 Horas para o Senhor deste ano. Nestas palavras do Apóstolo sente-se ressoar aquilo que o Santo Padre afirmou na sua Carta Apostólica Misericordia et misera: «A misericórdia renova e redime, porque é o encontro de dois corações: o de Deus que vem ao encontro do coração do homem. Este inflama-se e o primeiro cura-o: o coração de pedra fica transformado em coração de carne (cf. Ez 36, 26), capaz de amar, não obstante o seu pecado. Nisto se nota que somos verdadeiramente uma “nova criação” (Gal 6, 15): sou amado, logo existo; estou perdoado, por conseguinte renasço para uma vida nova; fui “misericordiado” e, consequentemente, feito instrumento da misericórdia» (n° 16).
O perdão é o sinal do amor, o seu cume, porque cada um de nós sabe que precisa de ser perdoado e de se tornar, por sua vez, um instrumento de perdão para os outros. Quando se ama, age-se de modo a que a pessoa amada possa retomar uma vida de comunhão, de relação plena e perfeita. As 24 Horas para o Senhor testemunham precisamente isto.
Na noite de sexta-feira 8 de março e durante todo o dia de sábado 9 de março, seria significativo prever uma abertura extraordinária da igreja, oferecendo a possibilidade de acesso às Confissões, de preferência num contexto de Adoração Eucarística. Como sempre, o evento poderia começar na sexta-feira à noite com uma Liturgia da Palavra para preparar os fiéis para a Confissão, e concluir com a celebração da Santa Missa festiva no sábado à tarde.
O objetivo do evento é voltar a colocar no centro da vida pastoral da Igreja, portanto das nossas comunidades, das nossas paróquias, de todas as realidades eclesiais, o sacramento da reconciliação. Este é o centro da mensagem evangélica: a Misericórdia de Deus, que nos dá a certeza de que diante do Senhor ninguém encontrará um juiz, mas sim um pai que o acolhe, o consola e lhe indica também o caminho para a renovação. Portanto, como afirmou o Papa Francisco, «a misericórdia suscita alegria, porque o coração se abre à esperança duma vida nova». (Misericordia et misera, no 3).
D. Rino Fisichella
Pró-Prefeito do Dicastério para a Evangelização

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